Mostrando postagens com marcador Comunismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Comunismo. Mostrar todas as postagens

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Uma das últimas comunas chinesas

Postagem de novembro de 2009, republicada em virtude de ter acrescentado um vídeo novo (Youtube, em inglês).

Reportagens da BBC (em português) e da Al Jazeera sobre a pequena cidade de Nanji, uma das últimas comunas chinesas.
Não obstante as mudanças de rumo do governo chinês, a população local pressionou  o Partido Comunista a seguir com o sistema comunal.







segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Comunistas russos celebram aniversário da revolução bolchevique

Dezenas de milhares de comunistas, carregando bandeiras vermelhas e retratos de Lenin, se manifestaram neste sábado nas principais cidades da Rússia para celebrar o aniversário da revolução russa de 1917, dia que costumava ser feriado até 2005.
Em Moscou, os comunistas marcharam ao longo da avenida Tverskaia, principal artéria da capital, até a estátua de Karl Marx, em frente ao teatro Bolshoi.
O dirigente do movimento radical Frente de Esquerda, Serguei Udaltsov, e uma dezena de seus camaradas foram detidos por tentar organizar uma manifestação não autorizada.
Em São Petersburgo, berço da revolução comunista, cerca de 1.500 pessoas se manifestaram com cartazes que diziam "Abaixo o capitalismo" e "Reformas do governo, morte da Rússia".


No dia 7 de novembro de 1917 (25 de outubro no calendário vigente na época), os bolcheviques tomaram o poder. Em 1922, fundaram a União Soviética, que se dissolveria 70 anos mais tarde, em 1991.
Em 2005, o então presidente russo Vladimir Putin decidiu acabar com as celebrações oficiais do 7 de novembro e substitui-las pela Jornada da Unidade do Povo, no dia 4 de novembro.
A data comemora a libertação da capital da ocupação polonesa, que terminou conduzindo ao poder a dinastia dos Romanov, que reinou até a revolução de 1917.
Agência France Presse

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Fugiu da Coreia do Sul para a Coreia do Norte

Kang Dong-rim, tem 30 anos, é sul-coreano. Trabalhou numa fábrica de semi-condutores da Samsung e agora trabalhava numa empresa agrícola.

Há poucos dias, conseguiu cruzar a fronteira, desertou da Coreia do Sul para a Coreia do Norte. 
Segundo a agência de notícias norte-coreana KCNA, Kang, há tempos, pensava em viver na Coreia do Norte.
Apesar da escandalização por parte da imprensa ocidental(e do silêncio por parte da Coreia do Sul), não é raro gente do Sul "desertar" para o norte.
Tem até desertores americanos da época da guerra na península vivendo por lá.


Um dos casos é o de John Dresnok, bem documentado pela Al Jazeera:
 

 

E pela CBS também. 





Essa é mais uma das peculiaridades do regime norte-coreano; um estado de economia planificada, de modelo stalinista, onde o governo funciona através da manutenção de uma dinastia iniciada por Kim Il Sung, o homem que liderou a libertação nacional após séculos de domínio japonês e de outros impérios.
É pródigo em receber cidadãos do lado capitalista da península.
Tem milhares de pessoas que trabalham na Rússia e na China e que retornam normalmente à Coréia do Norte para ver a família, ou quando largam do emprego.

  • A Coréia do Norte é tão ou mais bloqueada economicamente que Cuba.
  • A Coréia do Norte sofre sabotagens e espionagens constantes assim como Cuba.


Apesar de toda campanha demonizadora da mídia, é bom despir-se de preconceitos ao se fazer uma análise da experiência norte-coreana.
Principalmente os militantes de esquerda, afinal,  quando chegar o dia em que o modo de produção socialista for predominante, será que ele será igualzinho em todas as regiões do mundo???
Há que se respeitar a escolha de cada povo, e também as diferenças culturais, fora isso, socialismo não é receita de bolo.

NA PRÁXIS, com informações de Al Jazeera, CBS e Reuters.