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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Ana Amélia: Mulher de senador biônico



Ana Amélia é casada com Octávio Cardoso. Filiado à Arena (legenda do regime militar), ele foi suplente do senador biônico Tarso Dutra e exerceu os quatro anos do mandato após a morte do titular. O casal não tem filhos.
Em 1970, ela atuou na comédia "Não aperta, Aparício!", em que incorporou a personagem Miss Mary, uma trapezista de circo. 




Fonte: Mídia petista? Não, a insuspeita Folha de São Paulo
Charges: Kaiser e Simch 

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Cloaca News denuncia relação da RBS com o aparato policial de Yeda

Depois de admitir, por meio de nota publicada no tabloide venal Zero Hora, que o araponga lotado na Casa Militar do Palácio Piratini era informante do Grupo RBS (afiliado da Globo no RS e em SC), o império mafiomidiático gaúcho está às voltas com mais uma sarna: pelo menos dez senhas de acesso ao Sistema de Consultas Integradas da Secretaria de Segurança foram distribuídas pelo governo Yeda Crusius (PSDB) aos repórteres do conglomerado da Famiglia Sirotsky. A informação foi veiculada pelo Twitter do jornalista Vitor Vieira, profissional que passa longe de ser considerado um “petista”.
Com a revelação, a sociedade passa a conhecer melhor as outras fontes “jornalísticas” da corporação. Como se sabe, os veículos da RBS também costumam basear seus “furos de reportagem” em materiais apócrifos e anônimos encontrados nos latões de lixo dos estacionamentos de Porto Alegre.
Até o momento, a laboriosa colunista-abelha de ZH e o operoso comentarista-vendedor-de-salames da RBS não se manifestaram sobre a violação, pela empresa, de seu próprio Código de Ética.
Aguardam-se, para breve, as posições da ARI (Associação Rio-grandense de Impresa), da ANJ (Associação Nacional de Jornais), da ABI (Associação Brasileira de Imprensa) e do Sindicato dos Jornalistas.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Presidente da ACJM/RS peita direita e defende Cuba na Rádio Gaúcha


No dia de ontem, no programa “Polêmica” da Rádio Gaúcha (Grupo RBS) o tema para discussão foi:

“Cuba concorda em libertar 52 presos políticos. É a ilha rumo à democracia?’

Não bastasse a proposta de temário tendenciosamente escrota (*) o programa mediado pelo jornalista Wianey Carlet, contrapôs dois debatedores de direita contra um representante da esquerda: Ricardo Haesbaert, presidente da Associação Cultural José Martí.

Mesmo em terreno inimigo, Ricardo não intimidou-se, e, de maneira tranqüila, desconstruiu os mesmos chavões de sempre que serviram de argumento aos pretensos defensores das liberdades democráticas.

Um deles, enquanto batia na Revolução Cubana, engatou uma defesa sofismática da política externa dos Estados Unidos que causaria inveja ao mais ferrenho republicano.

Enquanto fazia a defesa da autodeterminação do povo cubano, Haesbaert, lembrou aos desavisados o modo hipócrita de fazer política (e de abordar a questão dos direitos humanos) ao qual sempre recorreu o império, fato a fato.

O Blog Na Práxis saúda o companheiro Ricardo Haesbaert, presidente da Associação Cultural José Martí, do Rio Grande do Sul, pela firmeza em meio ao circo montado.

Quem quiser conferir o debate, pode clicar AQUI e ouvir.

Quem quiser conferir a "Liberdade de Imprensa" (ou seria de empresa?) brasileira em números pode visitar o Donos da Mídia.

(*) Quem sabe a gente não debate o seguinte: “Herdeiro da família Sirotsky, proprietária do Grupo RBS, é suspeito de ter cometido estupro. Você acha que o malandro vai se safar dessa ou vai pagar pelo que fez na cadeia?’’
Vai ser difícil, pois a “democrática” mídia brasileira está na mão de meia dúzia de famílias ricas.


sexta-feira, 9 de abril de 2010

Wianey Carlet , de contrabando, corneteia política externa brasileira

 Wianey Carlet analisando o cenário político gaúcho

Comentarista de futebol gaúcho, celetista do Grupo RBS, que retransmite a Globo, vez que outra, a exemplo de Davi Coimbra, faz ataque ideológico a serviço dos seus patrões: 
Hoje, ao comentar sobre o time do Inter, aplicou mais um:   

"Escutam-se as entrevistas de Pato Abbodanzieri, Jorge Fossati, Alecsandro, Guiñazu e Giuliano, entre outros, e surge a sensação de que integram o time de diplomatas do Itamaraty. Eles são ponderados, reflexivos, educados. Porém, para ser vencedor, um time precisa menos de bons discursos e mais de capacidade técnica, força, organização e indignação para não aceitar a derrota. Às vezes, até um pouco de espírito transgressor. O Inter está cheio de cidadãos de boa índole. Estão faltando jogadores de futebol. Sobra diplomacia mas falta futebol."

Afinal, o que, diabos, esse ilustre comentarista quer dizer?

Penso que falta espírito transgressor a ele, isso sim:
Se limitar a apenas comentar futebol na coluna sobre futebol de um jornal da família Sirotsky já é uma transgressão.



terça-feira, 16 de março de 2010

Ana Amélia Lemos - Candidata do PP

A comentarista e colunista política da RBS (repetidora da Globo no RS), Ana Amélia Lemos, confirmou hoje o que já era esperado: será candidata ao Senado pelo PP. Segundo anunciou, pretende defender os interesses do agronegócio gaúcho. Ou seja, continuará a fazer o que já fazia como colunista da RBS, sem informar aos seus ouvintes e leitores sua coloração partidária.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Segundo Zero-Hora Lílian Celiberti era militante da ditadura

Jornalismo tendencioso e desqualificado.


Leia o comentário do Cloaca News


Atualizando: A ZH, depois de uma série de críticas, alterou o texto original e fez a errata 

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

RBS: Distorção da verdade, sem dilema algum

Na notícia intitulada "O Dilema dos Órfãos" o Click RBS - site do maior grupo de mídia do sul do Brasil - discorre acerca do drama das crianças órfãs do Haiti e fala sobre os planos que países como os Estados Unidos têm para elas.

Não bastasse o caráter profundamente acrítico da curta matéria (afinal, num país "de ninguém" como o Haiti, quem garante que não está instalando-se um esquema de comércio - aos moldes do que ocorre na África - em torno disso?), o site nos brinda com uma versão sacana de um fato ocorrido em Cuba logo após a revolução: A Operação Peter Pan.

Segundo a RBS, a dita operação teria levado 14 mil crianças desacompanhadas de Cuba para os EUA em 1960.Medida semelhante poderia ser posta em funcionamento no Haiti.

Para tratar do tema dos órfãos haitianos, exemplifica-se o caso dos "desacompanhados'' cubanos.

O que o meio eletrônico da família Sirotsky não fala é que a ''Operação Pedro Pan" foi uma das mais agressivas medidas de guerra psicológica contra a população cubana:

A CIA, com a finalidade de espalhar terror, espalhou o boato de que crianças com mais de 3 anos de idade seriam retirados de seus pais e enviados para creches do estado, o novo goveno "iria acabar com o pátrio poder".


Como se sabe, a revolução nunca questionou o pátrio poder.

Tomados pela histeria, milhares de famílias da classe média enviaram seus filhos para os EUA, alguns nunca mais iriam reencontrá-los.


Em uma de suas reflexões, Fidel relembra o caso.